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Atriz de ‘Maldita’ revela problemas na infância e danos da fama precoce

Foto: Reprodução / Rolling Stones

A atriz e escritora, conhecida por sua atuação em filmes icônicos dos anos 90, discute sua experiência com a indústria do entretenimento.

Mara Wilson, uma das atrizes infantis mais icônicas da década de 1990, refletiu sobre a sexualização precoce e os danos duradouros causados pela fama em uma entrevista recente ao The Guardian.

Wilson, que atuou em filmes como “Uma Babá Quase Perfeita”, “Matilda” e “Milagre na Rua 34”, aposentou-se da atuação aos 13 anos, logo após o lançamento de “Thomas e a Ferrovia Mágica” em 2000.

Embora Wilson tenha se retirado das telas, ela continuou sua conexão com a arte ao desenvolver uma carreira como escritora e dramaturga.

No entanto, a continuação de sua carreira como atriz poderia ter sido complicada devido a problemas de saúde, pois ela foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ainda na infância.

Em sua entrevista, Wilson discutiu a sexualização que experimentou na infância, uma das consequências negativas da superexposição.

“Não acho que você possa ser uma estrela infantil sem que haja algum tipo de dano duradouro. As pessoas não percebem o quanto conversar constantemente com a imprensa enquanto criança pesa sobre você”, observou ela.

Wilson, que iniciou sua carreira aos 6 anos e alcançou fama mundial no ano seguinte, contou que tudo em sua vida aconteceu como “uma bola de neve”.

Ela relatou experiências desconfortáveis, como ser perguntada sobre “beijo na boca” e qual ator considerava “mais sexy” já naquela idade. Outros incidentes incluem receber cartas inapropriadas e encontrar imagens perturbadoras de si mesma na internet.

Um incidente particularmente traumático ocorreu quando ela, com 12 anos, pesquisou seu nome no Google e encontrou uma foto sua em um site pornográfico, com o rosto de criança sobreposto a corpos de mulheres adultas.

Este tipo de exposição causou um grande trauma na ex-atriz, que agora compartilha suas experiências em sua autobiografia, “Good Girls Don’t”.

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