PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Paciente descobre da pior forma possível os riscos do metal em salas de ressonância magnética

Foto: Nikita_Karchevskyi/envato

Entenda por que é crucial evitar objetos metálicos durante exames de ressonância magnética.

Se você acha que os avisos dos profissionais de saúde sobre a remoção de todos os objetos metálicos antes de um exame de ressonância magnética (MRI) são exagerados, uma história recentemente compartilhada nas redes sociais pode mudar sua percepção.

Trata-se do relato de um paciente que, por um descuido, usou um plug anal com núcleo metálico durante o procedimento, resultando em sérias complicações de saúde.

A história veio à tona em um processo judicial, onde o paciente afirmou ter comprado o plug, anunciado como “100% silicone”. No entanto, para seu espanto, o objeto continha um núcleo metálico, o que causou um incidente quase fatal durante a ressonância magnética.

No relato, o usuário conhecido como BradiusZero compartilha o caso:

“É o maior caso de danos corporais que eu já vi. Um advogado atendeu um cliente que está processando uma empresa de brinquedos sexuais. O cliente comprou um plug anal anunciado como ‘100% silicone’. O cliente foi submetido a um exame de MRI com o plug anal. Para a consternação do cliente, o objeto possui, na verdade, um núcleo metálico. O plug anal foi impulsionado na velocidade do som para dentro da cavidade torácica do cliente. No memorando, o objeto é descrito como um ‘canhão elétrico anal’. O cliente sobreviveu com ferimentos graves.”

Embora a veracidade dessa história seja questionável, ela serve como um poderoso lembrete dos riscos de levar objetos metálicos para salas de ressonância magnética. Exemplos notáveis incluem o caso de um advogado brasileiro que faleceu após levar uma arma carregada para o ambiente da ressonância e de um paciente que foi atingido por um cilindro de oxigênio que foi atraído pela máquina.

As máquinas de ressonância magnética criam campos magnéticos intensos, que atuam nos núcleos de hidrogênio – prótons – da água em nosso corpo. Esses prótons, sujeitos a um campo magnético cerca de mil vezes mais forte que um ímã de geladeira, se alinham, criando um vetor magnético orientado ao longo do eixo do scanner de MRI. Quando mais energia é adicionada ao campo magnético, na forma de ondas de rádio, esse vetor magnético é defletido.

Assim que a fonte de radiofrequência é desativada, o vetor magnético retorna ao estado de repouso, emitindo um sinal e uma onda de rádio que são capturados pelo aparelho para criar imagens de ressonância magnética. Este método é extremamente útil para visualizar músculos e cartilagens, mas gera um puxão eletromagnético incrivelmente forte, que pode atrair quaisquer objetos metálicos próximos com uma força tremenda.

Tópicos
Compartilhe

Veja também

PUBLICIDADE