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Transportador de casas leva construções inteiras pelo interior do Paraná

Foto: Reprodução / G1

O transporte de casas é algo raro nos centros urbanos, mas é típica das cidades do interior do Paraná.

José Ferraz, de 74 anos, é um pioneiro no transporte de casas inteiras no estado do Paraná, no centro-oeste do Brasil.

Com 45 anos de experiência na área, o trabalhador é referência na atividade e já transportou mais de mil casas.

Utilizando um caminhão de 1976, comprado novo na época, ele garante que a atividade é simples e fácil, embora seja necessário pelo menos quatro ajudantes para realizar o trabalho.

José afirma que a maioria dos transportes que realiza é de casas de pessoas que saem da área rural para o centro urbano.

O procedimento para levantar a construção é feito com o auxílio de quatro macacos hidráulicos e várias camadas de madeira.

Depois de levantar a casa, José dá ré com o caminhão e a abaixa na carroceria. Ele garante que o transporte é seguro e que nunca teve problemas mecânicos com o seu caminhão desde a aquisição.

Foto: Reprodução / G1

O transporte de casas custa, em média, R$ 5 mil para casas pequenas e pelo menos R$ 12 mil para casas maiores.

José utiliza um caminhão que suporta mais de 15 toneladas, e garante que o serviço é permitido desde que seja solicitada autorização com antecedência à prefeitura de Quarto Centenário e à Autorização Especial de Trânsito, emitida pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

O motorista ainda conta que, antes de realizar o serviço, aciona as equipes policiais das rodovias para acompanhar parte do percurso.

O transporte de casas é uma atividade que chama a atenção por vários cantos do Paraná, e José já realizou sua atividade em diversas cidades do estado. Além disso, ele é referência para seus filhos, que admiram o trabalho do pai.

O motorista tem orgulho do trabalho que sustenta a família há anos e se emociona ao lembrar dos momentos em que os moradores param na rua para admirar a casa em cima do caminhão. “Fica cheio de gente dos dois lados da rua pra ver”, conta.

A atividade é algo raro nos centros urbanos, mas é típica das cidades do interior do Paraná.

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