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Amazonas cria comitê para combater violência escolar após ataque em Manaus

Foto: Reprodução / Twitter

Professora e dois alunos foram feridos em escola particular; comitê atuará no monitoramento de ameaças e proposição de medidas preventivas.

Em um chocante incidente ocorrido na segunda-feira (10), uma professora e dois alunos de uma escola particular em Manaus foram feridos a facadas por um adolescente. 

Diante do ocorrido, o governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou em entrevista à CNN que pretende publicar um decreto para a criação de um comitê permanente, com o objetivo de monitorar possíveis ameaças e propor ações para evitar futuros ataques.

O comitê envolverá diversas secretarias e atuará na análise de postagens na internet, bem como na criação de um canal específico para denúncias. A iniciativa tem como propósito estabelecer diretrizes e protocolos para lidar com situações de violência nas escolas. 

“Ele irá funcionar até que possamos conter as ameaças e tenhamos diretrizes e protocolos definidos”, afirmou Lima.

Apesar do ataque ter acontecido em uma instituição de ensino privada, o governador ressaltou que o governo do estado busca maneiras de aprimorar a segurança e oferecer suporte. 

“Entramos em contato com a escola para mostrar o que estamos fazendo com a rede pública e ajudarmos se assim desejarem”, declarou.

Wilson Lima também alertou sobre a necessidade de cuidado e atenção por parte de todos. “Essa história da violência na escola sempre existiu. Mas não na proporção de hoje”, disse.

A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas informou que foi acionada por volta das 13h para atender a ocorrência, envolvendo um aluno portando armas brancas e coquetel molotov. 

Três pessoas sofreram ferimentos superficiais e foram atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O Colégio Adventista de Manaus lamentou o ocorrido em suas redes sociais, reforçando que as autoridades foram acionadas e o atendimento médico foi prestado às vítimas, que se encontram bem. 

A instituição se solidariza com as vítimas e familiares, oferecendo todo o apoio necessário e colaborando com as autoridades. 

A nota ainda ressalta que a Educação Adventista preza pelo respeito à vida, repudiando qualquer tipo de violência e buscando a harmonia e bem-estar dos alunos.

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