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Dirigir com sono é tão perigoso quanto embriagado: saiba o motivo

Arte: Tarciso Morais / CPN-News

Pesquisa australiana revela que menos de 5 horas de sono aumenta drasticamente o risco de acidentes no trânsito.

Ei, você aí! Já sabe que beber e dirigir não combinam, né? Mas sabia que dirigir com sono pode ser tão perigoso quanto?

Pois é, galera! Um estudo australiano mostrou que, se você não dormiu bem, é melhor deixar o carro na garagem.

Em 2021, pesquisas apontaram que o cansaço era responsável por 10% a 20% dos acidentes de trânsito.

Pensando em diminuir esses números, os cientistas lá da terra dos cangurus investigaram quantas horas de sono são necessárias para dirigir com segurança.

Publicado na revista Nature and Science of Sleep, o estudo revelou que dormir menos de 4 ou 5 horas nas últimas 24 horas praticamente dobra o risco de acidentes. Isso é o mesmo que dirigir com 0,05% de álcool no sangue, o que antes da Lei Seca era a “tolerância máxima” no Brasil.

Foto: Antonio_Diaz/Getty Images

Os efeitos do álcool e do sono são parecidos: relaxamento muscular, vontade de falar, dificuldade em tomar decisões e menor alerta.

E não para por aí!

A cada hora de sono perdida, o risco de acidente aumenta ainda mais. Estudos sugerem que quem dormiu de zero a quatro horas na noite anterior fica 15 vezes mais suscetível a uma batida.

Diferente de tomar uns drinques, dormir pouco nem sempre é uma escolha. Tem gente com distúrbios do sono, pais de recém-nascidos ou trabalhadores de plantão que não conseguem dormir o suficiente. Como controlar isso? Infelizmente, não há um “bafômetro do sono” para medir a fadiga dos motoristas.

Nos EUA, em Nova Jersey, existe uma lei que considera motoristas “prejudicados” se não dormiram nada nas últimas 24 horas.

No Brasil, não há especificação sobre o sono, mas o CTB prevê infrações para quem dirige sem atenção ou entrega a direção do veículo a alguém sem condições físicas ou psíquicas.

Então, como saber se está apto a dirigir? Preste atenção nos sinais: bocejos frequentes, piscadas longas, visão embaçada, dificuldade em manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e desvios na pista.

Se você dormiu menos de cinco horas, é melhor nem arriscar, viu? Segurança em primeiro lugar!

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