OMS volta atrás e retorna com testes de hidroxicloroquina para tratamento de covid-19

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Os testes haviam sido suspensos após estudo da revista The Lancet afirmar que o medicamento aumentava o risco de doenças cardíacas.

Uma semana após suspender os testes com hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou a retomada dos estudos com o medicamento.

Os testes haviam sido suspensos no dia 25 de maio depois que artigo na revista científica The Lancet advertiu que o medicamento podia causar doenças cardíacas, principalmente arritmia.

No entanto, semana passada cientistas apontaram falhas nos dados desse estudo publicado em The Lancet.

A The Lancet publicou na terça-feira (02 de junho) uma “expressão de preocupação” com os dados utilizados no estudo.

A revista informou ainda que está passando por uma auditoria para comprovar as conclusões e os resultados devem ser divulgados em breve.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que o quadro executivo dos ensaios do Solidariedade (nome que foi dado ao grupo de pesquisa), coordenados pela entidade, decidiu continuar a pesquisa com a hidroxicloroquina com base nas informações sobre mortalidade existentes.

Tedros declarou:

“O comitê de segurança e monitoramento de dados dos ensaios Solidariedade revisou os dados. Com base nos dados sobre mortalidade disponíveis, os membros do comitê decidiram que não há motivo para modificar o protocolo do ensaio”.

Remessa

Segundo a Agência Brasil, a decisão da retomada dos estudos vem logo após os Estados Unidos fazerem uma uma doação de 2 milhões de doses de hidroxicloroquina ao Brasil.

O presidente americano, Donald Trump, também doou mil respiradores mecânicos para o governo brasileiro.

E o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, informou hoje no Twitter que os laboratórios do Exército vão voltar a produzir cloroquina em breve.

Saiba mais sobre a covid-19: Cientistas sugerem combinação de zinco e quercetina para tratar covid-19

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